Coluna literária
Os textos que inauguram esta seção foram originalmente escritos para uma coluna de crítica literária chamada "Rodapé", publicada no Jornal do Brasil. Repaginadas, ganham sobrevida na web ao se somarem a outras escritas para o ambiente mesmo da internet.
Enquanto uns textos são mais teóricos, tomando emprestado da academia termos e conceitos, outros são puramente de crítica, apontamentos sobre uma determinada obra que me chamou a atenção por um motivo especial. Há ainda os textos que colocam a própria crítica sob suspeita, o que inclui também este espaço que aqui se faz. A abertura para contatos e comentários é parte desta interação.
- Literatura em fuga
- Romance: um gênero possível?
- Era uma vez...
- Guimarães Rosa: por onde começar?
- Nada pessoal
- Os dois lados do muro
- Guarda-tudo virtual
- O ato crítico
- O poder do leitor
- O que pedem os livros?
- Teóricos ou desarmados?
- Urgências literárias
- De história e ficção
A literatura perde espaço nos jornais. Tanto a forma quanto o conteúdo se retraem devido a fatores culturais, ao contato com novas mídias e a novas formas de divulgação.
Sem revoluções ou grandes movimentos o romance teima sobreviver. Em meio a diversidade de estilos o ficcionismo brasileiro necessita realmente de renovação?
Choque de modelos. Textos de fruição e textos de prazer disputam a paixão de seus leitores.
Um remanso nas águas caudalosas deste autor pode ser um bom lugar para as primeiras braçadas.
Vira e mexe surge a dúvida: será que um texto crítico pode ser escrito em primeira pessoa?
O bom caminho para o exercício da crítica literária pode estar entre discurso coloquial do jornalista e o método e a disciplina acadêmica.
Reflexões sobre a bibliofilia. Os Livros a internet e a sua relação com o comportamento do leitor de hoje.
A recente edição da obra completa de Antonio Candido pela Ouro sobre Azul é uma ótima oportunidade para se rever alguns textos essenciais.
Ninguém mais indicado para refletir sobre o romance contemporâneo e apostar na eternidade do gênero do que Miltom Hatoum. Embora transite também em outros gêneros, é no romance que o escritor mais se destaca.
A crítica caminha junto à literatura. Em se tratando de ficção, por exemplo: será que os romances de corte regionalista pedem uma crítica do mesmo viés de uma escrita como a de Clarice Lispector ou Guimarães Rosa, isso para não citar os contemporâneos?
"Sem a teoria, a literatura é o óbvio". A frase vem de um livrinho bastante interessante, intitulado Teoria da literatura, do professor Roberto Acízelo de Souza.
Em uma das raras entrevistas que concedeu, às vésperas da morte, de câncer, Clarice Lispector dizia que falava de dentro do seu túmulo. Tanto falava quanto escrevia.
Há várias maneiras de se aproximar literatura e história e vice-versa.
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